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	<title>Blog Imprevisto &#187; GOP</title>
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	<description>Fragmentos da vida de um arouquense…</description>
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		<title>Câmara e Assembleia Municipal aprovaram, por maioria, o Relatório de Contas.</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 21:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentado pela gestão socialista o Executivo e a Assembleia Municipal aprovaram, por maioria, em reuniões ordinárias o documento de prestação de contas de 2008. O PSD, nos dois órgãos, absteve-se. A fundamentação para este voto assentou sobretudo no facto do Relatório ser uma representação de um conjunto de opções políticas que na sua essência o PSD [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  href="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2009/05/img_2224.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-307" title="Câmara Municipal de Arouca"><img class="size-thumbnail wp-image-309 alignleft" title="Câmara Municipal de Arouca" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2009/05/img_2224-200x300.jpg" alt="Câmara Municipal de Arouca" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Apresentado pela gestão socialista o Executivo e a Assembleia Municipal aprovaram, por maioria, em reuniões ordinárias o documento de prestação de contas de 2008. O PSD, nos dois órgãos, absteve-se. A fundamentação para este voto assentou sobretudo no facto do Relatório ser uma representação de um conjunto de opções políticas que na sua essência o PSD não subscreveu, dado não ter votado favoravelmente  as Grandes Opções do Plano.<br />
Em 2008 a Câmara gastou €18.087.614,99. Verifica-se que uma grande parte, uma crescente parte, das despesas não derivam de decisões concretas, de deliberação do Executivo (são assim assumidas pelo Presidente e Vereadores no âmbito das suas competências). Ou seja estas despesas saem do «crivo» do órgão colegial que é o executivo.<br />
Nota ainda para o facto de que este Relatório peca por ser grandemente justificativo de uma certa inacção da Câmara tentando culpabilizar terceiros (que presumivelmente não cumpriram contratos-programa, protocolos….ou ainda a conjuntura económica). Isto quando o valor das despesas correntes se aproxima perigosamente das despesas de capital, enquanto os impostos «recolhidos» no concelho desceram drasticamente &#8211; <em>sinal de uma crise profunda que os socialistas arouquenses tardam em reconhecer!</em></p>
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		<title>Um mau orçamento.</title>
		<link>https://imprevisto.aroucaonline.com/2008/12/29/um-mau-orcamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 19:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
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		<description><![CDATA[O executivo de Arouca aprovou, no passado dia 16, as grandes opções do plano 2009, com abstenções (UPA) e votos contra do PSD. O orçamento&#8217;09 que aponta para um total de 26 milhões de euros, repartidos em 11 milhões para despesa corrente e 15 milhões para a de capital. A nível das grandes opções da vila arouquense [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O executivo de Arouca aprovou, no passado dia 16, as grandes opções do plano 2009, com abstenções (UPA) e votos contra do PSD.<br />
O orçamento&#8217;09 que aponta para um total de 26 milhões de euros, repartidos em 11 milhões para despesa corrente e 15 milhões para a de capital.<br />
A nível das grandes opções da vila arouquense destaque-se 13,2 milhões de euros para Educação (41% contra os 19% do ano anterior); 8,7 milhões para Habitação e Serviços Colectivos (29%); 3,5 milhões para Transportes e Comunicações, enquanto Comércio e Turismo arrecadam 1,8 milhões de euros. As transferências para as Juntas de Freguesia<br />
arrecadam 1,1 milhões de euros.<br />
Depois da Câmara também a Assembleia aprovou no passado Sábado e por maioria as GOPs.<br />
Apesar de aprovado este é um mau Plano, dado que, como salientei na Declaração de voto que apresentei, anuncia opções altamente discutíveis, não sendo capaz de dar resposta aos problemas julgados fundamentais ao desenvolvimento integrado do município.<br />
Da mesma forma e ao contrário do que seria desejável, não foram tidas em conta as sugestões dos Vereadores do PSD, tão só nesta fase última da elaboração dos documentos como ao longo dos últimos anos.<br />
Estamos assim perante um documento repetitivo, recheado de verbas simbólicas, que continua a não projectar a supressão definitiva das grandes carências, assumindo também um nefasto cunho eleitoralista.<br />
Tendo por base os vectores de desenvolvimento e as políticas propostas pelo Quadro de Referência Estratégica 2007/2013, creio que os grandes desafios para o desenvolvimento do nosso Município continuariam a ser a qualificação das pessoas, a criação de emprego, o combate à exclusão social, a protecção do meio ambiente e a valorização da nossa identidade cultural. Razões mais que imperiosas para que o Executivo Municipal agarrasse esta oportunidade visando a promoção destes cruciais vectores de intervenção e reduzindo investimentos não prioritários – desde os caminhos vicinais às infra-estruturas turísticas onerosas e inadequadas.<br />
Ao não responder a estes desafios é legitimo afirmar que Arouca continuará, apesar das obras de fachada, num primeiro patamar do desenvolvimento, hipotecando assim e de forma irremediável o seu futuro!<br />
Em minha opinião, e atendendo ao quadro económico, este seria um tempo e uma oportunidade para as Grandes Opções do Plano definirem, clara e objectivamente, as linhas objectivas, perspicazes e astuciosas para um desejado e indispensável desenvolvimento económico, social e cultural do concelho de Arouca.<br />
Ao assumir-se como um documento estratégico é penoso que este descure também importantes sectores de desenvolvimento e de intervenção prioritárias como a recuperação de zonas urbanas e rurais/tradicionais degradadas, a agricultura, a protecção do meio ambiente e conservação da natureza, a habitação e, por seu lado também, não apoiando e não accionando uma política estratégica para áreas tão importantes como a cultura e o desporto, não definindo também uma política transversal de juventude.</p>
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		<title>As razões que me levaram a votar contra</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 13:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[GOP]]></category>
		<category><![CDATA[GOPS]]></category>
		<category><![CDATA[QREN]]></category>

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		<description><![CDATA[Na passada semana o Executivo Municipal aprovou as Grandes Opções do Plano (GOPs) 2008-2011. Houve votos para todos os gostos. Foram diversas as razões que me levaram a votar a contra. Uma das fundamentais; perante um plano que continua a assumir uma trajectória de desenvolvimento errado e a discriminar as freguesias e as suas juntas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Na passada semana o Executivo Municipal aprovou as Grandes Opções do Plano (GOPs) 2008-2011. Houve votos para todos os gostos.<br />
Foram diversas as razões que me levaram a votar a contra. Uma das fundamentais; perante um plano que continua a assumir uma trajectória de desenvolvimento errado e a discriminar as freguesias e as suas juntas, segundo critérios eminentemente partidários só havia esse caminho. Porque, em causa está claramente o reforço da coesão social e territorial do concelho e, acima de tudo, da nossa capacidade dinamizadora no incremento da competitividade económica e empresarial. É triste mas estão completamente esquecidas e menosprezadas as políticas económicas!<br />
Tudo isto foi feito num momento que deveria caracterizar-se pelo desenho e definição de uma estratégia concelhia, face à implementação do QREN.<br />
Votei contra porque não registo nenhuma preocupação da maioria socialista com as políticas sociais e ambientais, enquanto o caminho que irá ser trilhado aponta para o do aumento das despesas correntes, da aposta no acessório e no aparente, em detrimento da aposta séria no essencial, nas obras fundamentais e projectos essenciais para a melhoria da qualidade de vida da população.<br />
Perante este quadro não fazia sentido fazer de muleta as socialistas!<br />
Esta tomada de posição significa, uma atitude de alerta para a criação de condições susceptíveis de, pelo menos, estancar a desertificação económica e humana que se constata nas freguesias mais periféricas do concelho. Este voto contra tem um significado político preciso ao denunciar, por um lado, essa clara discriminação e, por outro, ao discordar das opções por alguns projectos a candidatar ao QREN, hipotecando a última oportunidade de colocar o nosso concelho na linha da frente do desenvolvimento económico sustentado.</p>
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