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	<title>Blog Imprevisto &#187; Geoparque</title>
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	<description>Fragmentos da vida de um arouquense…</description>
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		<title>Geoparque de Arouca. Uma perspectiva curiosa</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 21:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Muito mais do que a “disneylândia&#8221; dos geólogos». Um título original. Uma óptica interessante, para a nova investida de Arouca no campo da «lógica de desenvolvimentista». A responsabilidade é do jornal «Público». A publicação (três páginas) foi feita no passado Sábado, no suplemento «Fugas».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><img class="aligncenter size-full wp-image-325" title="image" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2009/05/image.jpg" alt="image" width="480" height="396" /></p>
<p>«Muito mais do que a “disneylândia&#8221; dos geólogos». Um título original. Uma óptica interessante, para a nova investida de Arouca no campo da «<em>lógica de desenvolvimentista</em>». A responsabilidade é do jornal «Público». A publicação (três páginas) foi feita no passado Sábado, no suplemento «Fugas».</p>
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		<title>A água, os moinhos e os lagares de azeite.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 23:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
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		<description><![CDATA[A comunicação social noticiou recentemente que a Câmara de Oliveira de Azeméis recuperou os seus moinhos de água, tendo requalificado um total de 14 edifícios, criando três núcleos museológicos e investido 1.250.000 euros. Tudo a pensar no turismo e nas escolas. Tal notícia leva-me reflectir como Arouca ao longo dos últimos anos desprezou estes equipamentos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A comunicação social noticiou recentemente que a Câmara de Oliveira de Azeméis recuperou os seus moinhos de água, tendo requalificado um total de 14 edifícios, criando três núcleos museológicos e investido 1.250.000 euros. Tudo a pensar no turismo e nas escolas. Tal notícia leva-me reflectir como <a  title="Arouca" href="http://www.arouca.biz">Arouca </a>ao longo dos últimos anos desprezou estes equipamentos que foram num passado recente fundamentais em termos económicos.<br />
O «Parque Temático Molinológico» de Oliveira de Azeméis conta com o Núcleo Museológico do Moinho e do Pão e com o Núcleo de Adães, na freguesia de Ul, e com o Núcleo do Crasto, em Travanca. A área é “banhada” pelos rios Ul e Antuã.</p>
<div id="attachment_301" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px">
	<a  href="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2009/03/dsc005054.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-291" title="Moinho (abandonado) na margem esquerda do Rio Arda."><img class="size-medium wp-image-301" title="Moinho (abandonado) na margem esquerda do Rio Arda." src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2009/03/dsc005054-450x337.jpg" alt="Moinho (abandonado) na margem esquerda do Rio Arda (Costa, Rossas)." width="450" height="337" /></a>
	<p class="wp-caption-text">Moinho (abandonado) na margem esquerda do Rio Arda.</p>
</div>
<p>No total, o Parque engloba cerca de 29 hectares (ha), contando com 11 moinhos de água, cuja requalificação &#8211; somada às obras na envolvente &#8211; representou um investimento de 1.250.000 euros.  Este parque visa reforçar os atractivos turísticos do concelho.<br />
A Câmara de Arouca, mais uma vez, perdeu-se na sua «caminhada». Apesar das boas intenções, apesar de muitas vezes solicitada deixou morrer os nossos moinhos. Nem sequer as diversas carreiras de moinhos existentes no concelho foram recuperadas. Salva-se o trabalho feito pela Associação Urtiarda com a recuperação feita em alguns moinhos de Rossas.<br />
É pena que tantas ideias boas não sejam aproveitadas. Em sede de Executivo Municipal já defendi da importância deste projecto. Tal como a recuperação do lagares de azeite (também ligados a força motriz da água) e consequentemente a criação de um Centro Interpretativo. Por exemplo em Rossas ou Tropeço, onde existem ainda a infras-estruturas físicas.<br />
Arouca precisava destas novas âncoras para criar efeitos práticos na dinâmica económica local. Não o fez. Lamentavelmente!</p>
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		<title>NATIONAL GEOGRAPHIC e o reconhecimento do trabalho de Manuel Valério</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 20:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Valério]]></category>

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		<description><![CDATA[«A grande viagem geológica» é o titulo de uma reportagem publicada este mês pela NATIONAL GEOGRAPHIC. Muito fruto do seu trabalho, Manuel Valério tem destaque numa das mais prestigiadas revistas do mundo, publicando inclusive uma foto sua. Em determinada altura pode-se ler «É um empresário invulgar para o nossos país, que chamou vezes sem conta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>«A grande viagem geológica» é o titulo de uma reportagem publicada este mês pela NATIONAL GEOGRAPHIC.<br />
Muito fruto do seu trabalho, Manuel Valério tem destaque numa das mais prestigiadas revistas do mundo, publicando inclusive uma foto sua. Em determinada altura pode-se ler «É um empresário invulgar para o nossos país, que chamou vezes sem conta os investigadores, que promoveu exposições de fósseis encontrados».<br />
Desde há muito que admiro a coragem, a audácia e a tenacidade do Manuel Valério. Ele bem merece a referência da NATIONAL GEOGRAPHIC, como mereceu, no passado dia 17 de Junho, no Salão Nobre da Câmara Municipal, os fortes aplausos que a meia centena de cientistas, vindos de todos vindos os quatro cantos do mundo, lhe dirigiram.</p>
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		<title>Projectos?</title>
		<link>https://imprevisto.aroucaonline.com/2008/06/26/projectos/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Canelas]]></category>
		<category><![CDATA[CMA]]></category>
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		<category><![CDATA[Manuel Valério]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal recebeu «GEOCONSERVAÇÃO 2008». Galardão atribuído pela ProGEO (Associação Europeia para a Conservação do Património Geológico), por reconhecer o «carácter inovador, relevância científico-pedagógica e relevância para o público em geral do projecto candidato de identificação, conservação e valorização do património geológico da região». Independentemente do mérito do prémio, vai ficando a ideia que a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A Câmara Municipal recebeu «GEOCONSERVAÇÃO 2008». Galardão atribuído pela ProGEO (Associação Europeia para a Conservação do Património Geológico), por reconhecer o «carácter inovador, relevância científico-pedagógica e relevância para o público em geral do projecto candidato de identificação, conservação e valorização do património geológico da região». Independentemente do mérito do prémio, vai ficando a ideia que a Câmara pouco tem feito, em termos de construção de infra-estruturas, de obra física, para que o Geoparque seja uma realidade consistente e um verdadeiro centro de interesse no campo do desenvolvimento turístico. Um Geoparque na verdadeira assunção do conceito.<br />
Por agora fica sensação – como já denunciei em reunião do Executivo Municipal – que há claramente um aproveitamento feito em pelo extraordinário trabalho em Canelas, pelo empresário por Manuel Valério. Esse sim de grande relevância, feito com tenacidade e audácia. Sem prémios públicos!&#8230;<br />
Um outro projecto que, por agora foi por água abaixo, é o da hospedaria prevista para a ala Sul do Mosteiro. Aberto o concurso público e dado o grau de exigência e amplitude dos requisitos, tal como previ, ninguém se mostrou interessado. Por agora todo um trabalho (e dinheiro) em vão.<br />
Recorde-se que o anúncio de mais um empreendimento estruturante foi feito com toda a pompa e circunstância com cerimónia a preceito, assinatura do protocolo envolvendo a Câmara de Arouca e o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), com a presença honrosa da então Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que na altura realçou a importância das «alianças estratégicas para potenciar investimentos em defesa do património histórico». O protocolo então assinado visa requalificar e valorizar o Mosteiro e potenciar o turismo cultural na região.<br />
Um ano e meio depois é o que se vê!</p>
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