<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Imprevisto &#187; Política</title>
	<atom:link href="http://imprevisto.aroucaonline.com/categoria/politica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://imprevisto.aroucaonline.com</link>
	<description>Fragmentos da vida de um arouquense…</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 Nov 2011 21:27:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A reforma do sistema político autárquico.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/10/04/a-reforma-do-sistema-politico-autarquico/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/10/04/a-reforma-do-sistema-politico-autarquico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 21:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Vários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=672</guid>
		<description><![CDATA[Para a generalidade dos cidadãos, uma das “maleitas” da política atual é a sua efetiva falta de representatividade e uma incapacidade para responder cabalmente aos problemas das pessoas. Responder a esse problema é o desafio maior. As primeiras medidas a tomar nesta matéria só podem dirigir-se ao núcleo central do sistema, dando um sinal seguro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Para a generalidade dos cidadãos, uma das “maleitas” da política atual é a sua efetiva falta de representatividade e uma incapacidade para responder cabalmente aos problemas das pessoas. Responder a esse problema é o desafio maior. As primeiras medidas a tomar nesta matéria só podem dirigir-se ao núcleo central do sistema, dando um sinal seguro aos cidadãos de que este desiderato é possível.<br />
Nesse propósito surge a ideia de uma nova lei eleitoral autárquica, que crie condições para a plena ação política dos Executivos, tornando-os estáveis e homogéneos, pondo assim termo a um exercício condicionado e sem qualquer feito prático e até, em algumas situações, de promiscuidade entre maiorias e oposições, e que acabe com a perversa cumplicidade (por vezes mais que forçada) entre os Presidentes de Câmara de os Presidentes de junta nas Assembleias Municipais.<br />
O regime de funcionamento e competências das autarquias locais já leva aceso debate, apesar de se registar, por agora, uma conciliação de pontos de vista entre o governo e a oposição.<br />
Esta reforma, tendo como pano de fundo o memorando da Troika, não pode ser entendida apenas como uma reforma resultante do difícil contexto económico e financeiro em que nos encontramos. Mas esta é das tais reformas que tem que se fazer não por critérios economicistas, mas sobretudo por critérios de eficácia capaz de promover uma gestão pública local mais eficiente. É uma oportunidade.<br />
Para mim é claro que as Assembleias Municipais precisam de assumir outro papel na gestão autárquica. Não se pede um papel executivo. Esse compete, naturalmente, à Câmara Municipal, mas, dentro da sua natureza deliberativa, torna-se necessário, reforçar o seu papel, tornando-o mais interventivo, eficiente e eficaz em termos de ação política. Não faz sentido que as Assembleias Municipais continuem a reunir-se de três em três meses para simplesmente aprovarem aquilo que já vem aprovado do executivo, com uma prática política condicionada pelos votos do “partido do Presidente da Câmara”.<br />
Tal como está a ser desenhada a forma de eleição autárquica deve também ser alterada. Sou favorável a executivos menores, mais ágeis, mais coesos e harmonizados. Executivos maioritários, saídos de uma só eleição Municipal, sendo o cabeça de lista mais votado, naturalmente o Presidente da Câmara. Isto, irá valorizar uma gestão mais eficiente e ao mesmo tempo enriquecerá o papel deliberativo da Assembleia Municipal, que também deverá ser constituída por um menor número de membros do que o que atualmente está estipulado e que está ligado ao número de freguesias.<br />
Uma Câmara como a de Arouca gere-se perfeitamente com cinco Vereadores (e somente com dois a tempo inteiro). A Assembleia Municipal que tem vinte e um  eleitos e a participação por inerência dos vinte Presidentes de Junta, deve reduzir-se a metade.<br />
O que se espera é que haja uma plena abertura a esta reforma, entendendo-a como uma oportunidade para melhorar o sistema de funcionamento das autarquias, com o objetivo de se promover uma gestão pública local mais transparente, mais eficaz e moderna.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/10/04/a-reforma-do-sistema-politico-autarquico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um Plano pobre, egoísta e com uma ambição completamente deslocada.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/18/um-plano-pobre-egoista-e-com-uma-ambicao-completamente-deslocada/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/18/um-plano-pobre-egoista-e-com-uma-ambicao-completamente-deslocada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 23:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=658</guid>
		<description><![CDATA[Muito por fruto da péssima governação do Partido Socialista, o actual momento que o País vive é de grandes dificuldades económicas e financeiras e de forte contenção ao nível dos orçamentos e do endividamento, com profundos reflexos no quotidiano das pessoas. Perante este cenário impõe-se aos agentes e entidades públicas o dever de contribuir, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-659" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/18/um-plano-pobre-egoista-e-com-uma-ambicao-completamente-deslocada/egoismo1/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-659" title="egoismo[1]" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2011/01/egoismo1-200x133.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>Muito por fruto da péssima governação do Partido Socialista, o actual momento que o País vive é de grandes dificuldades económicas e financeiras e de forte contenção ao nível dos orçamentos e do endividamento, com profundos reflexos no quotidiano das pessoas. Perante este cenário impõe-se aos agentes e entidades públicas o dever de contribuir, de forma substantiva, para minorar as dificuldades dos mais desprotegidos, preservar a coesão social e sobretudo reduzir ou mesmo anular os custos com projectos deslocados e supérfluos. Esperava-se que a Câmara de Arouca, muito há semelhança da generalidade das Câmaras do País, pensa-se nisso quando elaborou as Grandes Opções do Plano. Infelizmente não o fez.<br />
Seria hoje, mais do que nunca, importante que a Câmara de Arouca reforçasse a necessidade se pautar pelo rigor na construção do seu orçamento. É por isso inaceitável o inflacionar do orçamento através da previsão de receitas de capital que nunca se concretizarão. Na conjuntura actual e por maioria de razão não é expectável uma inversão nessa tendência pelo que se exigia realismo nesse cálculo! Não existiu!<br />
Tal como foi demonstrado pelo Vereador Artur Miller em sede de reunião do Executivo a maioria socialista reconhece existir «uma diminuição de receita do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) de apenas cerca de €250.000, mas prevê um aumento considerável das verbas oriundas do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), isto é, mais do dobro da verba do Orçamento anterior &#8211; de €2.876.600 em 2010 para €5.929.000 em 2011!…números só poderiam ter um &#8220;final feliz&#8221; para o Orçamento de 2011 desta Câmara, ou seja, uma receita total de €25.707.000, superior em 7,2% à receita do ano 2010. E isto em tempo de crise!» retirando este autarca uma conclusão óbvia: «muito optimismo e muito irrealismo. <br />
A bem do rigor, o que se esperava era transparência e, tal como foi defendido pelo PSD já em 2009, a necessidade de um corte de despesas nas áreas em que a Câmara, notoriamente, desperdiça mais recursos. E por isso estranha-se que não haja uma substancial redução nas despesas com a Aquisição de Bens e Serviços, e pelo que de simbólico representava, a própria redução do número de Vereadores. De recordar que a lei prevê que, para municípios como o da Arouca, o número de Vereadores a tempo inteiro deva ser de dois, pelo que não é razoável, nem se vislumbram razões que o justifiquem, a existência dos actuais três.<br />
A redução da despesa supérflua seria imprescindível para que a Câmara de Arouca, no actual quadro de crise económica, pudesse promover um conjunto de medidas visando o crescimento do emprego e o reforço da coesão social. Estranha-se pois que este plano não proponha políticas sérias nestes âmbitos e medidas de apoio à criação de pequenas iniciativas de comércio de proximidade, o estabelecimento de uma rede local de formação, em coordenação com os diferentes agentes sociais e económicos envolvidos em tarefas de formação.<br />
São vários os exemplos que neste campo e outros poderiam ser dados. A maioria socialista que governa a Câmara poderia e deveria estar atenta aos sinais de uma terra de um povo e até porque não dize-lo da oposição.<br />
Continua a ser difícil perceber quais os critérios que orientaram a feitura destas GOPs. Tal como seria importante saber as razões porque pela primeira vez em democracia os Presidentes de Junta não foram convidados formalmente a indicar obras da sua freguesia para as GOPs.<br />
Sente-se por parte desta Câmara uma crescente desconfiança nos Presidentes de Junta. Há razões que evidenciam tão nefasta postura, não se percebendo por exemplo porque continuam a não ser feitas delegações de competências. Com consequência vemos o alimentar de mecanismos de “pedinchice” e de “chapéu na mão” a que alguns têm necessariamente que estar  &#8211; numa prática servil sem razão e sem sentido.<br />
Trata-se de uma Câmara bem socialista, à imagem e semelhança do governo central, que tudo quer controla, gerindo a seu belo prazer e tempos e espaços políticos os recursos disponíveis, com critérios dúbios. Uma prática que nos tempos que correm merece o vivo repúdio, tal como merece condenação os cortes injustificados de milhares de euros (relativamente a 2010, cerca de 25 mil euros) nas transferências para as juntas de freguesia.<br />
Temos assim mais um plano sem uma verdadeira visão estratégica e limitado. Continuamos assim com o futuro condicionado!<br />
São assim múltiplas razões para se poder dizer que este é um Plano pobre, egoísta e com uma ambição completamente deslocada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/18/um-plano-pobre-egoista-e-com-uma-ambicao-completamente-deslocada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Admissões e afins.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/05/admissoes-e-afins/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/05/admissoes-e-afins/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 23:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=650</guid>
		<description><![CDATA[No passado dia 9 o jornal «Diário Económico» dava a conhecer que as autarquias contrataram pelo menos 2.240 trabalhadores desde 1 de Julho &#8211; dia em que entrou em vigor o congelamento de admissões na administração central do Estado, decretado pelo Governo. Segundo a última edição do «Roda Viva» também a Câmara de Arouca deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-652" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/05/admissoes-e-afins/trabalhador1-2/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-652" title="trabalhador[1]" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2011/01/trabalhador11-200x146.jpg" alt="" width="200" height="146" /></a>No passado dia 9 o jornal «Diário Económico» dava a conhecer que as autarquias contrataram pelo menos 2.240 trabalhadores desde 1 de Julho &#8211; dia em que entrou em vigor o congelamento de admissões na administração central do Estado, decretado pelo Governo.<br />
Segundo a última edição do «Roda Viva» também a Câmara de Arouca deu grandemente o seu contributo para a dimensão desse número. Dizia este jornal que «de uma só vez, ou melhor, repartido por três concursos lançados no espaço de um mês, a Câmara Municipal de Arouca prepara-se para engrossar o seu quadro de pessoal com mais catorze funcionários». Acrescentava ainda este mensário que «numa altura em que as palavras de ordem mais ouvidas na administração pública e privada são ‘cortar’ e’ poupar’ no quadro de pessoal, a Câmara de Arouca parecem andar em contra-ciclo. As contratações a efectuar são tão diversas que vão desde canalizadores até licenciados em Sociologia e História, passando ainda por um telefonista e jardineiros&#8221;<br />
No entanto o executivo municipal já veio esclarecer que os lugares do quadro que vão ser preenchidos não correspondem a um ‘reforço’ dos recursos humanos da autarquia, mas sim à substituição de trabalhadores a prazo por funcionários ‘definitivos’.<br />
Assim sendo…<br />
Mas há pormenores que não deixam de causar alguma estranheza sobre as qualificações exigidas para os lugares a concurso. Por exemplo; estar licenciado em Línguas e Literaturas Modernas. Coisa que não deixa de causar algum espanto!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2011/01/05/admissoes-e-afins/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por Outubro.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/11/22/por-outubro/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/11/22/por-outubro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 20:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=643</guid>
		<description><![CDATA[Sob um cenário de iminente crise política no país havia uma natural expectativa sobre o que podia (e devia) acontecer em Arouca no mês de Outubro. Todo o enfoque tinha sido dado pelo Presidente da Câmara na última sessão ordinária da Assembleia Municipal – novidades sobre a famigerada variante seria em Outubro (depois de antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-644" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/11/22/por-outubro/imagescao93t0f/"><img class="alignleft size-full wp-image-644" title="imagesCAO93T0F" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/11/imagesCAO93T0F.jpg" alt="" width="183" height="275" /></a>Sob um cenário de iminente crise política no país havia uma natural expectativa sobre o que podia (e devia) acontecer em Arouca no mês de Outubro. Todo o enfoque tinha sido dado pelo Presidente da Câmara na última sessão ordinária da Assembleia Municipal – novidades sobre a famigerada variante seria em Outubro (depois de antes ter anunciado para Setembro)!<br />
Passou Outubro…. Nem um comunicado, nem uma nota informativa, nem reunião da Comissão de Acompanhamento criada para o efeito… a não ser o esboço de qualquer coisa numa inusitada entrevista ao edil arouquense publicada na última edição do jornal «Roda Viva». Enquadrada por uma retórica política desmesurada, o presidente da Câmara de Arouca foi ao ponto de dizer sobre a famigerada variante que «o momento é complicado e todos nós o sentimos, infelizmente» … «sabemos que a conjuntura actual não é mais favorável». Uma manifestação paradigmática de um sentimento incompreensível de resignação.<br />
Confrangedor!<br />
Assim sendo esperamos que os arouquenses não desistam e censurem definitivamente a hipocrisia política que vai grassando pelos Paços do Concelho e em São Bento, onde vive um primeiro-ministro, de triste memória, de seu nome José Sócrates. Esse mesmo que um dia veio à Vila e, em frente ao Convento, prometeu &#8220;justiça para os Arouquenses” e uma via de ligação ao litoral!<br />
Mas, indo um pouco mais a entrevista. De tão vazia e laudatória (há boa maneira do moderno socialismo democrático) há pelo meio uma resposta que me deixou estupefacto; à pergunta «Diga-nos um indicador positivo do concelho que tenha melhorado durante os anos que leva como presidente da CMA?» o que foi dito… entre uma falsidade &#8211; a taxa de desemprego em Arouca não é obviamente de 5%, estando inclusive nos últimos meses a subir assustadoramente (registou em Setembro 832 pessoas) de acordo com os últimos dados fornecidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional &#8211; mais trinta do que no mês anterior (aumento de 3,74%) e mais 13% do que no período homólogo de 2009  e outros considerandos abstractos afirmou que «os bombeiros de Arouca são elogiados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil pela sua solidez financeira». Assombroso!  Um indicador que nem é social nem económico (é que estes são quase todos maus) e ainda para mais de mérito alheio.<br />
Mas Outubro trouxe-nos outras «extraordinárias» revelações.<br />
Obrigada pela Lei nº 8/2009, de 18 de Fevereiro, a Câmara continua a não ser capaz de constituir o Conselho Municipal de Juventude. Tentando justificar e injustificável a edilidade arouquense fez publicar um esclarecimento onde rejeita responsabilidades. Lamentável!<br />
As desculpas apresentadas não têm razão jurídica nem politica. A leitura da referida lei diz-nos como está enganada.<br />
Saliente-se que tal só não o foi feito por manifesta incompetência de uma Câmara que, nesta matéria como em outras, desiste e acomoda-se!<br />
Também por Outubro, ao consultar o Orçamento de Estado para 2011 e sobretudo o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) fica-se surpreso: para Arouca repete-se as «migalhas» de 2010. Somente duas obras e de valor ridículo; Regeneração urbana do centro histórico de Arouca 200.000€ (122.910€ em 2010). Remodelação do Palácio da Justiça 125.800€ (30.600€ em 2010). Mais uma vez se encontra demonstrado o grau zero da influência de uma Câmara Socialista junto do governo.<br />
Outro exemplo; a incapacidade política de presidente de Câmara socialista influenciar um governo socialista para que Arouca como concelho inserido na Área Metropolitana do Porto e pertencendo ao distrito de Aveiro nas ter um descriminação positiva na principal SCUT de acesso ao Porto e à capital do distrito!</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição de Novembro do jornal «Roda Viva»</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/11/22/por-outubro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PIDDAC 2011 para Arouca repete «migalhas» de 2010.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/10/17/piddac-2011-para-arouca-repete-%c2%abmigalhas%c2%bb-2010/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/10/17/piddac-2011-para-arouca-repete-%c2%abmigalhas%c2%bb-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 23:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=634</guid>
		<description><![CDATA[Ao consultar o Orçamento de Estado para este ano e sobretudo o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) fica-se surpreso: para Arouca repete-se as «migalhas» do ano passado. Somente duas obras e de valor ridículo. A saber: Regeneração urbana do centro histórico de Arouca 200.000€ (122.910€ em 2010) Remodelação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Ao consultar o Orçamento de Estado para este ano e sobretudo o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração <a  rel="attachment wp-att-635" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/10/17/piddac-2011-para-arouca-repete-%c2%abmigalhas%c2%bb-2010/imagescaaphfyl/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-635" title="imagesCAAPHFYL" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/10/imagesCAAPHFYL-200x133.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>Central (PIDDAC) fica-se surpreso: para Arouca repete-se as «migalhas» do ano passado. Somente duas obras e de valor ridículo. A saber:<br />
<em>Regeneração urbana do centro histórico de Arouca 200.000€ (122.910€ em 2010)<br />
Remodelação do Palácio da Justiça 125.800€ (30.600€ em 2010).<br />
</em>Mais uma vez se encontra demonstrado o grau zero da influência de uma Câmara Socialista junto do governo.<br />
Dá que pensar não dá?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/10/17/piddac-2011-para-arouca-repete-%c2%abmigalhas%c2%bb-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Arouca num Verão revisitado.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/09/30/arouca-num-verao-revisitado/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/09/30/arouca-num-verao-revisitado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 22:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=618</guid>
		<description><![CDATA[Estamos num final de um Verão empardecido por um vasto conjunto de inusitadas circunstâncias. Consequência maior de uma crise não só social e económica mas sobretudo de valores. Há algo perturbador no nosso mundo globalizado. Esse mundo que bem pode ser aquele à beira da nossa porta. A gente angustia-se com a pressa do tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-619" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/09/30/arouca-num-verao-revisitado/dsc01482/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-619" title="DSC01482" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/09/DSC01482-200x150.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Estamos num final de um Verão empardecido por um vasto conjunto de inusitadas circunstâncias. Consequência maior de uma crise não só social e económica mas sobretudo de valores. Há algo perturbador no nosso mundo globalizado. Esse mundo que bem pode ser aquele à beira da nossa porta.<br />
A gente angustia-se com a pressa do tempo presente. Angustia-se com as notícias…quase todas más.<br />
Olhando esse passado recente ficam-me na memória os incêndios sem controlo. Arderam sobretudo zonas plantadas com aquilo a que alguém chamou na época &#8220;o nosso petróleo verde&#8221;: eucaliptos. E assim perdura um problema que em cada ano se agudiza apesar dos compromissos de uns governantes irresponsáveis, sobretudo porque não foram e não são capazes de remediar um problema sério que incrementaram ao criar as condições para o abandono das nossas aldeias serranas… E em terra de ninguém é difícil senão impossível prevenir-se os fogos.  Arouca é disso exemplo! Um mau exemplo.<br />
A gente fica triste!<br />
A gente fica triste ao saber que Arouca continua a ter dos piores indicadores sócio-económicos. O último a ser conhecido é o de poder de compra. No ranking do indicador «per-capita» somos dos mais atrasados do país e o penúltimo no distrito (atrás de nós só castelo de Paiva). Por esta e por outras semelhantes continuamos a perder na competitividade territorial. Razões e consequências numa terra parada, que tarda a encontrarem um rumo, liderada por políticos erráticos, sem chama e sem vontade. Interrogo-me como se interrogam muitos arouquenses como será possível apostar no futuro sem uma mensagem de mudança centrada em novos projectos.<br />
E se isso não bastasse há ainda cada «coisa»…<br />
Não é que depois de um forte investimento financeiro do município a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Vale de Arouca, inaugurada no passado dia 25 de Junho, se regista uma enorme irresponsabilidade ao permitir-se descargas directas para o rio. E depois algo extraordinário é ver uma Câmara (primeira e única responsável) a criar uma «Comissão de Acompanhamento da ETAR» que serve unicamente para branquear uma lastimável situação.<br />
Numa terra do «Geopark», do turismo que se quer de qualidade, os crimes ambientais são assim notícia recorrente, o vandalismo faz das suas, desde o estádio de futebol à tasca do Sr. António.<br />
O quartel da GNR espera em vã glória um posto de transformação (PT) num episódio digno do terceiro mundo, apesar de acreditar que este há-de chegar com a vinda de um qualquer governante socialista, que bem poderá aproveitar a oportunidade para explicar porque é que os arouquenses não terão isenções nas SCUTS apesar do critério ser o Índice de Poder de Compra Concelhio (IPCC).<br />
Isto tudo quanto em Setembro se espera mais um anúncio sobre o anúncio de uma variante já anunciada. Até ai e por razões reconhecidamente antagónicas regista-se a quebra de solidariedade entre os Presidente das câmaras das terras de Santa Mafalda e de Santa Maria da Feira. E ei-los agora cada um a puxar para seu lado.<br />
Ah…e aquela coisa de despedir trabalhadores por SMS numa fábrica de calçado de Santa Eulália tornou-nos quase famosos. Algo de confrangedor!<br />
São tantos os problemas. Especificamente nossos, alguns tão antigos que já nem se conhece a origem…e depois uma persistente vontade de não os enfrentar de uma vez por todas. Por apatia e clara incapacidade.<br />
E por isso, talvez por isso, constato que há cada vez mais, os que preferem ir-se embora para se poderem realizar. Sobretudo profissionalmente. Este é  o pior sintoma que nos podia atingir, porque, sendo certo que sempre fomos uma região de emigração, temos agora uma jovem geração de emigrantes que não foge da miséria: foge de uma Arouca que tarda em ter futuro.</p>
<p style="text-align: right;">Publicado no Jornal Roda Viva, edição de Setembro</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/09/30/arouca-num-verao-revisitado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por via das dúvidas.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/07/18/por-via-das-duvidas/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/07/18/por-via-das-duvidas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=607</guid>
		<description><![CDATA[A maioria socialista na Câmara e a maioria relativa (e afins seguidores) na Assembleia Municipal aprovaram um inusitado regulamento que permite a venda de um apreciável conjunto de imóveis. Uma decisão polémica que, se mais não fosse pelo facto de prever a alienação dos bens resultantes da herança do Dr. Tavares de Almeida – também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-608" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/07/18/por-via-das-duvidas/a-heranca/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-608" title="A herança" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/07/A-herança-200x149.jpg" alt="" width="200" height="149" /></a>A maioria socialista na Câmara e a maioria relativa (e afins seguidores) na Assembleia Municipal aprovaram um inusitado regulamento que permite a venda de um apreciável conjunto de imóveis. Uma decisão polémica que, se mais não fosse pelo facto de prever a alienação dos bens resultantes da herança do Dr. Tavares de Almeida – também conhecido como o Dr. do Reguengo.<br />
Como pano de fundo está obviamente o famigerado processo de uma herança, que como bem recordou na última Assembleia Municipal o deputado Afonso Portugal é no mínimo obscura. Porque faltam esclarecimentos. Porque nunca ninguém os esboçou fazer. Recorde-se que ao longo dos últimos anos este foi motivo de inúmeras especulações e interpretações, análises e comentários e mesmo posições politicas, não só nos diferentes órgãos autárquicos do município (atravessou vários mandatos) como na comunicação social escrita.<br />
O que é facto é que o património deixado pelo Dr. do Reguengo foi delapidado – basta ler as muitas crónicas escritas pelo Dr. Mário Reboredo, ao longo de vários anos da “Defesa de Arouca”, para se ter uma ideia cabal sobre esta matéria.<br />
Independentemente da pessoa e da pessoa política que foi o Dr. Tavares de Almeida, não é de todo compreensível a forma como todo este “dossier” foi sendo tratado, culminando com a “heresia” agora anunciada. Para além da desconsideração permanente pela pessoa e a ausência de um gesto público de gratidão que nunca chegou &#8211; como bem referiu o actual Presidente da Junta de Chave na sua intervenção na última Assembleia<br />
Por isso o Partido Social Democrata teve toda a razão em votar contra o regulamento para a alienação de bens imóveis. Refira-se que estes se podem e deve dividir, em três grupos;<br />
a) rústicos na Freguesia de Chave, herança do Dr Albino Tavares de Almeida;<br />
b) urbanos  e rústicos na Freguesia de Chave, herança do Dr Albino Tavares de Almeida – casa, anexo e quintal;<br />
c) urbano na freguesia de Arouca – lote de terreno nas traseiras do Cinema Globo de Ouro.<br />
Como ficou explicitado na Declaracão de Voto dos deputados sociais-democratas, os bens das verbas 3 a 6 tinham características físicas e amplitude espacial para serem reaproveitados e transformados em pólo cultural, turístico ou social, gerido pela autarquia ou protocolado com a Junta de Freguesia ou outra entidade (associação local ou outra).<br />
Depois uma (ou mesmo as duas) das primeiras verbas, pela sua localização geográfica, poderiam e deveriam ser vocacionadas para habitação social no futuro. Ou serem alvo de permuta com outros bens atribuídos em sorte à Junta de Freguesia de Chave ou à Santa Casa da Misericórdia de Arouca&#8230;<br />
Ideias simples que ao serem materializadas permitiria cumprir-se o desígnio do benfeitor!<br />
Em suma é de todo repudiável a atitude de alienar de ânimo leve bens doados com a maior singeleza ao erário público, no caso presente à Câmara Municipal, e esta apenas pretender, com o produto da sua venda, por um lado, eximir-se da sua responsabilidade pela recuperação, manutenção e finalidade a dar aos bens doados, e por outro, conseguir alguns fundos que gerirá, com a maioria absoluta que tem no executivo, da forma que melhor lhe aprouver.<br />
Como também ficou registado na referida declaração este é um mau exemplo para memória futura de qualquer potencial doador vindouro que terá toda a legitimidade moral para desconfiar do destino que poderá ser dado ao seu legado.<br />
Por fim uma breve referência ao terreno urbano por traz  do Cinema, actualmente aproveitado como zona de aparcamento automóvel e sempre lotado – não desaproveitado – que deve necessariamente ser considerado como reserva de espaço em local estratégico, central, da Vila de Arouca e, como tal, preservado para opções a definir no futuro. Se tal não acontecer estamos convictos que poderemos assistir, num período de tempo que até pode ser curtíssimo, à lamúria irreparável pela opção ora proposta e a Câmara Municipal ter de comprar/expropriar outro espaço de iguais ou piores características na periferia do centro urbano-histórico da vila.<br />
Assim vai tristemente pensada a gestão dos bens públicos por parte de uma Câmara reconhecidamente em dificuldades financeiras!</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição de Julho do jornal «Roda Viva»</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/07/18/por-via-das-duvidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E que se feche o interior.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/26/e-que-se-feche-o-interior/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/26/e-que-se-feche-o-interior/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 22:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=596</guid>
		<description><![CDATA[A questão do fecho das escolas do primeiro ciclo volta a estar na primeira linha da actualidade. Depois do fecho já consumado de escolas com menos de dez alunos o desiderato agora assumido é de vinte. …E quem sabe, um dia destes de trinta ou mesmo quarenta. Enquanto Sócrates considera &#8220;criminoso&#8221; não encerrar escolas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A questão do fecho das escolas do primeiro ciclo volta a estar na primeira linha da actualidade. Depois do fecho já consumado de escolas com menos de dez alunos o desiderato agora assumido é de vinte. …E quem sabe, um dia destes de trinta ou mesmo quarenta.<br />
<a  rel="attachment wp-att-597" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/26/e-que-se-feche-o-interior/interior/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-597" title="interior" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/06/interior-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" /></a>Enquanto Sócrates considera &#8220;criminoso&#8221; não encerrar escolas com menos de 20 alunos, a sua ministra, Isabel Alçada, vangloriava-se do feito do Ministério da Educação ter encerrado nos últimos quatro anos cerca de 2500 escolas. Pelo meio a generalidade dos autarcas coloca em causa esta medida, os sindicatos de professores e os pais.<br />
Por sua vez o secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa afirmava, em Alpiarça, que &#8220;será um crime&#8221; encerrar escolas com 20 alunos num «anúncio que consubstancia uma visão meramente economicista…atingindo particularmente as populações do Interior e as suas crianças», acrescentando que, «além das assimetrias regionais, vão também agora ser penalizados com mais assimetrias sociais». Em sua opinião, que é a percepção generalizada de quem sofre e conhece o interior rural, fechar escolas é por em causa verdadeiros «pólos de desenvolvimento e fixação da juventude e jovens casais&#8221;.  <br />
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho também criticou o encerramento de escolas, questionando o Governo sobre o número de institutos públicos que vai encerrar &#8220;O encerramento de escolas com poucos alunos é uma exigência pedagógica e uma exigência financeira e a gente pergunta: quantos institutos públicos decidiu o Governo encerrar em Portugal?&#8221;, questionou. &#8220;Quantos lugares de assessores e adjuntos vai o Governo declarar que vai pôr fim nos próprios gabinetes do Governo?&#8221;, acrescentou.<br />
Olhando para Arouca, sobretudo o que aconteceu nos últimos anos e sendo a partir daqui possível, porque legítimo, avocar o que se passou e passa no interior do país, fica a ideia<br />
do «carro à frente dos bois». Primeiro encerrou-se as escolas com base em critérios «aplicados de forma cega e administrativa» não tendo sequer havido a preocupação de construir previamente os centros escolares que poderiam acolher as crianças oriundas das «primárias» que fecharam segundo o cego critério anunciado pelo Governo. A solução foi (ainda o é) os famigerados contentores que proliferam em grande número na nossa paisagem! Acresce a tal que, em algumas situações, as crianças estão hoje forçadas a demoradas deslocações em transportes, alguns dos quais sem qualidade.<br />
Fechar «de novo» todas as escolas nas condições agora anunciadas tendo como base uma visão tecnocrática a partir da 5 de Outubro é dificilmente explicável por razões que não apenas financeiras e de curto prazo. A médio e longo prazo, este é o caminho certeiro para acabar de matar o interior.<br />
A escola é porventura o último elo que faz escapar uma comunidade da extinção. O que faria sentido era que, quem de direito, criasse as condições necessárias para a fixação das populações.<br />
«Fechar uma escola é fechar uma aldeia» &#8211; atrás das crianças vão os pais; atrás dos pais vão os empregos e a economia local, o pequeno mas ainda válido comercio, a vida activa e os centros de interesse. Tal como já é verificável em muitas aldeias de Arouca restam os avós, o vazio, as casas abandonadas, a morte de cada terra de cada lugar.<br />
Tal como escreveu sobre esta matéria Miguel Sousa Tavares (expresso de 5 de Junho de 2009) «Se alguém pensasse Portugal a longo prazo ou se, ao menos, estudasse o seu passado recente, veria que este é o maior erro que cometemos. Poupamos hoje, pagamos amanhã. E caro.”.</p>
<p>Públicado na edição de Junho do Jornal «Roda Viva»</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/26/e-que-se-feche-o-interior/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>André Almeida. Eu acredito!</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/03/andre-almeida-eu-acredito/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/03/andre-almeida-eu-acredito/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 22:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<category><![CDATA[Vários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=568</guid>
		<description><![CDATA[Numa concepção inovadora André Almeida apresentou ontem a sua candidatura a Presidente da Comissão Política do Partido Social Democrata de Arouca (www.andrealmeida.com). Fê-lo com ânimo, determinação e a necessária coragem. André Almeida parte assim para mais um importante desafio da sua experiente (ainda que  nova ) promissora carreira de político. Com esse ânimo estou convicto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  href="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/06/DSC00687.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-568" title="André ALmeida"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-567" title="André ALmeida" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/06/DSC00687-200x158.jpg" alt="" width="200" height="158" /></a>Numa concepção inovadora André Almeida apresentou ontem a sua candidatura a Presidente da Comissão Política do Partido Social Democrata de Arouca (<a  href="http://www.andrealmeida.com">www.andrealmeida.com</a>). Fê-lo com ânimo, determinação e a necessária coragem.<br />
André Almeida parte assim para mais um importante desafio da sua experiente (ainda que  nova ) promissora carreira de político.<br />
Com esse <strong>ânimo</strong> estou convicto que será capaz de dinamizar em Arouca o PSD e projecta-lo não só no concelho mas também em termos distritais e nacionais.<br />
Com <strong>determinação</strong> será capaz de traçar uma estratégia de união que permita ao partido criar as condições para vencer as próximas eleições autárquicas.<br />
Com <strong>coragem </strong>será capaz de construir novos e renovados propósitos para por em causa a acção politica dos socialistas que tão mal fazem ao nosso país e a nossa querida Arouca.<br />
Eu acredito!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/06/03/andre-almeida-eu-acredito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De que se esquece a Câmara de Arouca.</title>
		<link>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/05/19/de-que-se-esquece-a-camara-de-arouca/</link>
		<comments>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/05/19/de-que-se-esquece-a-camara-de-arouca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 22:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprevisto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arouca]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imprevisto.aroucaonline.com/?p=552</guid>
		<description><![CDATA[Havia alguma expectativa, sobretudo ao nível dos agentes políticos, de como seria o primeiro Plano da Câmara de Arouca. Agora que tem maioria! Expectativa…e algumas interrogações; como seria arquitectada a relação com as juntas de freguesia, como seria cumprido o estatuto da oposição e quais na realidade as principais opções estratégicas tendo em conta o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a  rel="attachment wp-att-553" href="http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/05/19/de-que-se-esquece-a-camara-de-arouca/campanha-eleitoral-2009-166/"></a></p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_561" class="wp-caption alignleft" style="width: 500px">
	<a href="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/05/Campanha-Eleitoral-2009-1662.jpg"><img class="size-medium wp-image-561 " title="Pôr do Sol em Alvarenga" src="http://imprevisto.aroucaonline.com/wp-content/uploads/2010/05/Campanha-Eleitoral-2009-1662-500x203.jpg" alt="" width="500" height="203" /></a>
	<p class="wp-caption-text">Pôr do Sol em Alvarenga</p>
</div>
<p>Havia alguma expectativa, sobretudo ao nível dos agentes políticos, de como seria o primeiro Plano da Câmara de Arouca. Agora que tem maioria!<br />
Expectativa…e algumas interrogações; como seria arquitectada a relação com as juntas de freguesia, como seria cumprido o estatuto da oposição e quais na realidade as principais opções estratégicas tendo em conta o projecto eleitoral do Partido Socialista.<br />
E…apresentado, discutido e aprovado por maioria no último dia do mês de Abril, ele não só frustra eventuais expectativas daqueles que acreditavam na mudança e o início da concretização de projectos galvanizadores como constrói fortes condicionalismos em termos de acção futura.<br />
Mas indo ao mais relevante.<br />
Verificável de imediato o distanciamento com os reais vectores de desenvolvimento sobre os quais assentam as políticas definidas pelo Quadro de Referência Estratégica 2007/2013. Ou seja; a qualificação das pessoas, a criação de emprego, o combate à exclusão social, a protecção do meio ambiente e a valorização da nossa identidade cultural. E isso está claramente de fora. Como de foram ficaram de forma evidente os três grandes compromissos políticos assumidos pela candidatura do Partido Socialista e de Artur Neves nas eleições autárquicas do ano passado – «impulsionar uma nova política para o ambiente», «consolidar Arouca como destino turístico de excelência» e «reforçar a competitividade económica de Arouca»<br />
Mais. Não foi tido em conta o Programa de estabilidade e Crescimento 2010/2013. Assim sendo não está definida qualquer estratégia de redução do défice e correcção do crescimento da dívida até 2013. Antes pelo contrário. As perspectivas futuras são de um maior endividamento. De modo algum há ideia de privilegiar a redução e contenção da despesa, assegurar a sustentabilidade das finanças enquanto suporte do crescimento sustentado da economia. Advinha-se uma gestão onde é tudo ao contrário. A Câmara de Arouca prevê agravar o défice (sobretudo com as obras públicas de que é exemplo os centros escolares), aumentar os gastos, desenhando um considerável número de investimentos em sectores não produtivos.<br />
Ora nenhuns destes grandes desafios são cabalmente considerados. E ao não responder a estes reptos é legítimo afirmar que Arouca continuará a definhar, tardando em sair de num primeiro patamar do desenvolvimento.<br />
Atendendo ao quadro económico, este seria um tempo e uma oportunidade para as Grandes Opções do Plano definirem, clara e objectivamente, as linhas perspicazes e astuciosas para um desejado e indispensável desenvolvimento económico, social e cultural do concelho de Arouca.<br />
Foi assim aprovado um documento condicionado a duas grandes opções (que absorvem quase 60% do orçamento – os centros escolares e as obra sociais no âmbito do programa PARES), que pouco ou nada tem a ver com os desafios referenciados.<br />
Ao assumir-se como um documento estratégico &#8211; que estranhamente continua recheado de verbas simbólicas &#8211; é penoso que este descure também importantes sectores de desenvolvimento e de intervenção prioritárias como a recuperação de zonas urbanas e rurais/tradicionais degradadas, a agricultura e a silvicultura (uns míseros 0,42% do valor total), a protecção do meio ambiente e conservação da natureza, a habitação e, por seu lado também, não apoiando e não accionando uma política estratégica para áreas tão importantes como a cultura e o desporto, não definindo também uma política transversal de juventude.<br />
Conclui-se também que são muito poucas &#8211; e quase sempre as mesmas e com a mesma origem &#8211; as receitas correntes geradas directamente pelo Município. A manutenção das infra-estruturas (de que dou somente dois exemplos; estádio e piscinas) começa a revelar valores assustadores. Os custos desta natureza, os custos com as despesas corrente do município, têm tendência a aumentarem (pela primeira vez ultrapassam as despesas de capital) o que provocará a médio prazo uma situação de grande complexidade financeira para os cofres do município.<br />
Estamos, perante uma proposta sem coerência, sem articulação com a nossa realidade social, territorial e demográfica.<br />
As Juntas de Freguesia terão de ser, cada vez mais &#8211; para não dizer que já há muito o deveriam ser &#8211; a locomotiva do desenvolvimento harmonioso do território de municípios como o de Arouca. Porém, para que possam melhorar o seu trabalho em prol da população, terão de ver disponibilizadas mais verbas para as suas obras e aquisições, contribuindo para a coesão territorial e social. Só que esta concepção não parece válida para gestão socialista da Câmara. Estranhamente!<br />
No âmbito da discussão do Plano ficou também a saber-se que em 2010 não haverá delegação de competências nas juntas de freguesia. A argumentação usada para não implementar tal procedimento é algo «esfarrapada» &#8211; “o controle dos dinheiros públicos” &#8211; denotando uma incompreensível desconfiança nos autarcas de freguesia para a qual não há qualquer razão nem sentido político.<br />
Olhando-se para os números (que podem e devem ser cruzados com o Relatório de contas de 2009) fica-se com uma sensação de um aperto financeiro nunca visto. Depois de um ano de 2009 com uma acção política claramente a pensar nas eleições a Câmara de Arouca vê-se este ano e pela primeira vez claramente condicionada, não conseguindo corresponder minimamente às exigências que se colocam à modernização do concelho.<br />
Neste momento deparamo-nos com uma Câmara que se limita praticamente a pagar-se a si própria, pois quase esgota as suas receitas correntes para suportar a pesadíssima estrutura organizacional. Exemplo paradigmático de tal anunciado é termos neste mandato um executivo composto por quatro elementos a tempo inteiro para fazerem a gestão de muito menos de metade do Orçamento!<br />
É necessário tal desperdício tendo por exemplo como referencial válido o último mandato?<br />
…E assim vamos ficando com uma Câmara grandemente preocupada com projectos que possam ser subsidiados pelos fundos da União Europeia, mesmo que sejam, no todo ou em parte, irrelevantes para o desenvolvimento económico do concelho, de que é bom exemplo a intervenção que se vai fazer na Vila e não uma Câmara preocupada em dar resposta positiva aos reais problemas do concelho.</p>
</div>
<p>***<br />
Continua a causar a maior das perplexidades a crescente «pessoalização» da acção política da Câmara Municipal de Arouca. Agora em maioria isso ainda é mais evidente.<br />
A última sessão da assembleia municipal foi disso exemplo.<br />
Esquecendo-se que preside a um órgão colegial e que existe uma Assembleia Municipal com múltiplas competências (concretamente no campo da fiscalização) há, por parte do Presidente da Câmara, um permanente «EU» em tudo o que é feito (o que não se faz será sempre culpa dos outros…oposição, governo, conjuntura e até…às vezes de fantasmas)!<br />
Paladino de tudo e mais alguma coisa (porventura o único, na sua perspectiva), augurando-se permanente «defensor dos superiores interesses de Arouca» todos os outros são postos em causa. Por isso há uma tentativa permanente de menorizar tudo e todos. Ora, assim sendo, para que preocupar-se com o estatuto da oposição? E se alguém ousa por em causa uma ou mais opções políticas, como o fez na última sessão o Presidente da Junta de Freguesia de Rossas, logo é assumida uma postura que roça a prepotência e visa a humilhação de quem ousa sequer questionar. Até quando?</p>
<p>Publicado na edição de Maio do jornal «Roda Viva»</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://imprevisto.aroucaonline.com/2010/05/19/de-que-se-esquece-a-camara-de-arouca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

