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imprevisto

Faleceu a Nádia.

por imprevisto em Março 26, 2008

A notícia surgiu quão impetuosa como brutal. A Nádia morreu…
A Nádia que tinha visto crescer, a Nádia vizinha da casa dos meus pais, a Nádia que cantava e encantava, a Nádia da música e da arte, desaparecia num brutal acidente.
Recebia a chamada do amigo comum (André) e via as pavorosas imagens. Infelizmente há momentos assim!
Recordo a Nádia em múltiplos momentos… À memória vêem-me de imediato um episódio ocorrido nos princípios de Agosto de 2005, quando os incêndios destruíam Arouca e registei a disponibilidade da jovem psicóloga para, no meio do drama e da angústia, ajudar a sua gente, a sua comunidade. Ser útil. Ser a Nádia.
Arouca fica mais pobre. Arouca fica culturalmente muito mais pobre.
Da minha parte fica a saudade e o particular reconhecimento por um dia, a Nádia ter dado um contributo válido e plenamente conseguido no jantar da minha campanha para as autárquicas de 2001.
É enorme a mágoa.
À família deixo os mais sentidos pêsames.

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Bons vizinho sociais-democratas

por imprevisto em Março 16, 2008

As relações do PSD Arouca com o PSD de Vale de Cambra sempre foram as melhores. Recordo a presença de dirigentes Arouca nas iniciativas mais emblemáticas da Secção de Vale de Cambra e de dirigentes de Vale de Cambra nas iniciativas de Arouca. Recordo sobretudo um delas; quando em Arouca se homenageou os fundadores do Partido e tivemos o gosto de ter então o Presidente da Câmara de Vale de Cambra (entretanto já falecido).
No passado Sábado tive o particular gosto de fazer parte de uma representação social-democrata de Arouca (PSD e JSD) no almoço convívio da tomada de posse na nova Comissão Política que agora é liderada pelo também Presidente da Câmara José Bastos e que contou com a presença do Presidente do Partido, Luís Filipe Menezes.
Uma iniciativa que foi também o ponto de (re)encontro com muitos companheiros…. depois da distância que já lá vai…Desde as últimas eleições….

Foto que regista a presença do antigo presidente da Câmara de Vale de Cambra, no trigésimo aniversário do PSD de Arouca. Uma iniciativa que serviu também para homenagear os seus fundadores no concelho.

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O que os números dizem sobre Arouca

por imprevisto em Março 16, 2008

A imprensa tem feito eco dos últimos dados estatísticos sobre a realidade de cada concelho. Os que dizem respeito a Arouca são inquietantes e deixam-me naturalmente preocupado. Desde o Indicador de Desenvolvimento Municipal, aos índices de Qualidade de Vida e de Poder de Compra.
O Indicador de Desenvolvimento Municipal (IDM) diz-nos que Arouca continua pelos últimos lugares. Quer a nível distrital (15º) quer a nível nacional (228º), em 308 municípios.
No que diz respeito a qualidade de vida o panorama ainda é pior. Segundo o último estudo do Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social da Universidade da Beira Interior (UBI). Este “Índice Concelhio de Qualidade de Vida” analisou os 278 municípios de Portugal continental, com base no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Entre os concelhos do Entre Douro e Vouga (EDV), o melhor posicionado é S. João da Madeira. Muito distantes deste estão os restantes concelhos da região: Santa Maria da Feira (67º), Vale de Cambra (109º), Oliveira de Azeméis (129º) e, no final, Arouca (196º).
Junte-se a este cenário o baixo índice Poder de Compra. O último estudo do Instituto Nacional de Estatística coloca Arouca como o pior concelho do distrito e um dos piores do país.
Estes factos dão-nos um retrato de uma Arouca que tarda em encontrar um rumo para um desenvolvimento sustentado.

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A «DEFESA»

por imprevisto em Janeiro 23, 2008

A «Defesa de Arouca» suspendeu a sua publicação. Ainda não se sabe por quanto tempo. É pena!
A «Defesa» é um jornal semanal com uma história que, nas últimas décadas, se mistura de forma indelével com a história de Arouca. Um jornal que justamente faz parte da memória colectiva de um povo, de uma terra, e que se constituiu como um forte elo de ligação com os nossos emigrantes que se encontram espalhados pelos quatro cantos do mundo.
Ligam-me vinte e cinco anos à «Defesa». Um tempo extraordinário (sobre diferentes pontos de vista) que terminou o ano passado. Fica a memória e uma palavra de solidariedade para com o seu Director e colaboradores, assim como os votos que a «Defesa» regresse depressa.

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À procura do Mercado perdido

por imprevisto em Janeiro 13, 2008

Na última reunião, a Câmara de Arouca aprovou, por maioria, o anteprojecto para construir uma nova estrutura, junto ao ex-Mercado Municipal, com o objectivo de vender, aos fins-de-semana, produtos regionais e agrícolas. Esta nova estrutura polivalente, denominada “feirinha do campo”, é uma alternativa ao Mercado, que praticamente não chegou a funcionar e foi destinado a outros fins.
Enquanto Vereador abstive-me, tendo sido acompanhado por Belarmino Soares Francisco também do PSD) e Luís Silva da UPA.
Os fundamentos para a razão do meu voto encontro-os no facto deste ser mais um projecto feito em cima do joelho, que tenta remendar mal, um erro da anterior Executivo socialista. Em causa está sobretudo a localização e o caso desta medida avançar sem uma acção estratégica de apoio aos agricultores e ao mundo rural.

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As razões que me levaram a votar contra

por imprevisto em Dezembro 25, 2007

Na passada semana o Executivo Municipal aprovou as Grandes Opções do Plano (GOPs) 2008-2011. Houve votos para todos os gostos.
Foram diversas as razões que me levaram a votar a contra. Uma das fundamentais; perante um plano que continua a assumir uma trajectória de desenvolvimento errado e a discriminar as freguesias e as suas juntas, segundo critérios eminentemente partidários só havia esse caminho. Porque, em causa está claramente o reforço da coesão social e territorial do concelho e, acima de tudo, da nossa capacidade dinamizadora no incremento da competitividade económica e empresarial. É triste mas estão completamente esquecidas e menosprezadas as políticas económicas!
Tudo isto foi feito num momento que deveria caracterizar-se pelo desenho e definição de uma estratégia concelhia, face à implementação do QREN.
Votei contra porque não registo nenhuma preocupação da maioria socialista com as políticas sociais e ambientais, enquanto o caminho que irá ser trilhado aponta para o do aumento das despesas correntes, da aposta no acessório e no aparente, em detrimento da aposta séria no essencial, nas obras fundamentais e projectos essenciais para a melhoria da qualidade de vida da população.
Perante este quadro não fazia sentido fazer de muleta as socialistas!
Esta tomada de posição significa, uma atitude de alerta para a criação de condições susceptíveis de, pelo menos, estancar a desertificação económica e humana que se constata nas freguesias mais periféricas do concelho. Este voto contra tem um significado político preciso ao denunciar, por um lado, essa clara discriminação e, por outro, ao discordar das opções por alguns projectos a candidatar ao QREN, hipotecando a última oportunidade de colocar o nosso concelho na linha da frente do desenvolvimento económico sustentado.

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A Assembleia Municipal reuniu na passada Segunda-feira. Uma sessão extraordinária para autorizar uma expropriação, com o carácter de urgência, de um terreno no parque Millennium, a fim de construir a escola de transito. Um ponto dos dois, da Ordem de Trabalhos, que se revelou polémico, permitindo inclusive algumas, ainda que desgarradas ofensas.
Foi mau. Algo mau, a postura e as posições radicais. Só visto, porque contado é difícil!
O que é certo é que a câmara de Arouca vai para mais um processo litigioso de expropriação. É mais um caso em tribunal. Mais um, entre um já número considerável de indemnizações previstas no valor de milhares de euros. Umas em fase instrutória, outras a aguardar decisão – como por exemplo os terrenos do estádio.
Quem vier atrás que feche a porta. Parece o lema! Um mau lema.

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A primeira que é a última satisfação.

por imprevisto em Outubro 19, 2007

O André já é deputado da Assembleia da República. Parabéns André. Sinto muito orgulho nisso! Estou feliz por ti.
Subscrevo a generalidade do que muito, e bem, é dito nos comentários à notícia do Arouca.biz, sobre a sua importância sobretudo para Arouca e naturalmente para o André. Não vale a pena repetir ideias e argumentos
O que vale a pena sublinhar é que esta chegada do André a mais alta-roda da vida política do nosso país é - em termos também de substancia politica - algo de gratificante para uma Comissão Política que eu tive a honra e o gosto de presidir e da qual fazia parte o André, enquanto Vice-Presidente e ainda os militantes Miller, Rodrigues, Joaquim, Amorim, Ivo, Fevereiro, Celso, Custódio, Marques e ainda o João. Este foi então um dos primeiros objectivos. Esta será porventura a ultima de outras satisfações! O que há em nós (estou convicto disso) é esse contentamento colectivo e o desejo das maiores felicidades para este novo cargo.
Bem merece.

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Rossas e a verdadeira feira.

por imprevisto em Setembro 24, 2007

Rossas viveu ontem Domingo, dia 23 de Setembro, e em clima de festa uma verdadeira «feira das colheitas».
Tendo como cenário o centro da freguesia, as gentes de Rossas revelaram-se naquilo que porventura melhor sabem fazer; o cultivo da terra. Foram assim centenas aqueles que responderam positivamente à iniciativa da Junta de Freguesia de Rossas, comprando produtos tradicionais. Comprando o que a «terra dá» em quantidade e qualidade e tendo a oportunidade de ver e ouvir folclore que se exibiu em bom nível no palco instalado no adro da Srª do Campo.
A feira de Rossas foi assim um êxito.
Um êxito a repetir já para o ano. Até porque isso todos pediram!

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Mês de Agosto!

por imprevisto em Agosto 30, 2007

Neste mês andei por alguns sítios deste nosso Portugal! Uns mais interessantes outros nem por isso.
Desses sítios destaco dois; Viana do Castelo e Mora.
Viana é uma cidade que se gosta (agora já em grande parte requalificada no âmbito do programa Polis). Visitar Viana aquando da realização daquela que é justamente considerada a rainha das romarias portuguesas é sublime.
A Srª da Agonia encanta não só a mim como todas aquelas milhares de pessoas que se deslocam à princesa do Lima. As serenatas, os concertos, os cantares ao desafio, as rusgas, o fogo de artificio…Tudo encanta.
Mas o que fica é sobretudo o imenso orgulho que os Vianenses têm na sua terra e na sua festa. Notável a forma como se empenham e a vivem.

No dia 25 e numa organização das associações Unidos de Rossas e Urtiarda realizou-se uma visita ao Fluviário, no concelho de Mora.
Sobre boa disposição e espírito associativo meia centena de arouquenses deslocaram-se aquele concelho do Alentejo para conhecer uma mega infra-estrutura com 2.300 metros quadrados, localizada nas margens da Ribeira do Raia, que se assume, já em plenitude, ser um espaço de exposições, relacionadas com a fauna e a flora. O complexo do Fluviário de Mora é o primeiro da Europa e constitui-se como uma espécie de “Oceanário de água doce”.
Recebidos pelo Presidente da Câmara de Mora (foi um prazer imenso conhecer o Sr. Presidente da Câmara de Mora) ficamos a saber muito sobre um investimento modelar que ascendeu aos seis milhões de euros. Um investimento que já dá frutos quando se fala no desenvolvimento sustentado de Mora. Em quatro meses foram mais de cem mil os que visitaram o Fluviário (foi inaugurado em Março).
São cerca de 25 mil pessoas que, mensalmente, exploram este reino aquático para admirar a riqueza da flora e fauna e descobrir espécies exóticas ambientadas à natureza local.
O exemplo que fica é como é possível a partir de uma ideia simples, e de recursos grandemente endógenos, potenciar uma terra criar emprego e riqueza.
Um lição!

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