Neste mês andei por alguns sítios deste nosso Portugal! Uns mais interessantes outros nem por isso.
Desses sítios destaco dois; Viana do Castelo e Mora.
Viana é uma cidade que se gosta (agora já em grande parte requalificada no âmbito do programa Polis). Visitar Viana aquando da realização daquela que é justamente considerada a rainha das romarias portuguesas é sublime.
A Srª da Agonia encanta não só a mim como todas aquelas milhares de pessoas que se deslocam à princesa do Lima. As serenatas, os concertos, os cantares ao desafio, as rusgas, o fogo de artificio…Tudo encanta.
Mas o que fica é sobretudo o imenso orgulho que os Vianenses têm na sua terra e na sua festa. Notável a forma como se empenham e a vivem.
No dia 25 e numa organização das associações Unidos de Rossas e Urtiarda realizou-se uma visita ao Fluviário, no concelho de Mora.
Sobre boa disposição e espírito associativo meia centena de arouquenses deslocaram-se aquele concelho do Alentejo para conhecer uma mega infra-estrutura com 2.300 metros quadrados, localizada nas margens da Ribeira do Raia, que se assume, já em plenitude, ser um espaço de exposições, relacionadas com a fauna e a flora. O complexo do Fluviário de Mora é o primeiro da Europa e constitui-se como uma espécie de “Oceanário de água doce”.
Recebidos pelo Presidente da Câmara de Mora (foi um prazer imenso conhecer o Sr. Presidente da Câmara de Mora) ficamos a saber muito sobre um investimento modelar que ascendeu aos seis milhões de euros. Um investimento que já dá frutos quando se fala no desenvolvimento sustentado de Mora. Em quatro meses foram mais de cem mil os que visitaram o Fluviário (foi inaugurado em Março).
São cerca de 25 mil pessoas que, mensalmente, exploram este reino aquático para admirar a riqueza da flora e fauna e descobrir espécies exóticas ambientadas à natureza local.
O exemplo que fica é como é possível a partir de uma ideia simples, e de recursos grandemente endógenos, potenciar uma terra criar emprego e riqueza.
Um lição!

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